Agrupamento 634 Alcanhões

Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português
Região de Santarém

Novo site!

No início deste novo ano escutista (2018/2019), lançamos igualmente um novo site do agrupamento.

Há muito que já não dinamizávamos esta ferramenta, que se iniciou em 2003 como parte de um projecto de caminhada do clã na altura. Passou por várias fases até que foi ficando esquecido.

Este ano a intenção é reactivar este site e partilhar com a comunidade as nossas notícias e actividades.

Somos uma família… todos por um

Iniciou mais um ano escutista no passado sábado, dia 20 de outubro, com todos os escuteiros do agrupamento a tomarem parte num dia de atividades que começou logo pela manhã com as apresentações de novos elementos e dirigentes e com as passagens de secção.

Este ano recebemos um novo lobito e passaram dos exploradores para os pioneiros a Maria Leonor, o Hugo Vasconcelos e o Diogo Heleno. Dos pioneiros para os caminheiros passou a Maria Beatriz Soares.

Da parte da tarde, formaram-se quatro “famílias” com elementos de todas as secções e realizou-se um jogo de vila, que iniciou com o visionamento de um filme que será o imaginário geral do agrupamento para este ano escutista: “Kenai e Koda”.

Devido a alguns imprevistos, não se conseguiu terminar o jogo, sendo que no próximo dia 11 de novembro vamos terminar o mesmo. Contudo foi possível fazer a introdução a este imaginário e iniciar a dinâmica do “amigo secreto”, que irá desenvolver-se ao longo de todo o ano.

Kenai e Koda conta a história de um jovem que entra finalmente na maioridade e, como tal, participa numa cerimónia para descobrir qual a sua virtude. Ao aperceber-se de que a líder espiritual da tribo lhe atribui o Amor como caminho cujo símbolo é o urso, Kenai decide libertar a sua raiva num outro urso que lhe tinha causado alguns problemas. Os irmãos de kenai: Sitka e Denahi tentam pará-lo, mas a ira de Kenai é tão grande, que resulta na morte do irmão mais velho, Sitka, vítima de desmoronamento dos glaciares onde batalhavam com o urso. Sitka, decide ensinar a Kenai, que realmente, o amor é uma das melhores virtudes que lhe podiam ser atribuídas, transformando-o num urso, de maneira a que ele só se volte a transformar em humano quando descobrir o verdadeiro significado do totem que lhe foi atribuído.

Durante o desenrolar da história, Kenai conhece Koda, filhote do urso em que se vingou, de quem se torna um grande amigo e também Rot e Tuca, a dupla cómica da história.

Com a ajuda do seu mais recente “irmãozinho”, Kenai procura a montanha onde os espíritos tocam a Terra, para poder pedir ao seu irmão Sitka que o volte a transformar no que era inicialmente. Mas o caminho não vai ser assim tão simples. Denahi pensa que o urso provocou a morte, não só a Sitka mas também a Kenai e procura também vingar-se. Como no suposto local da morte de Kenai, se encontra o próprio, já transformado em urso, é nele que Denahi se quer vingar. Para escapar, Kenai precisa de manter a distância do irmão e de proteger o pequeno ursinho. Durante um momento de fraternidade, Koda conta a Kenai o que realmente se passou com a sua mãe e este apercebe-se de que foi ele o culpado. Kenai confessa o que fez e Koda foge, magoado.

Triste, Kenai avança sozinho para a montanha para pedir que o irmão mais velho o transforme novamente em Homem, mas é apanhado desprevenido por Denahi e iniciam uma batalha. Perto, Koda apercebe-se de que Kenai havia sido muito mais que um amigo, e corre em seu socorro, colocando-se em frente ao amigo para se sacrificar. Mas Sitka tinha visto tudo e notou que o irmão tinha finalmente percebido o verdadeiro significado do Amor, pelo que o transforma novamente em Homem. Agora humano, Kenai não consegue comunicar com Koda e explica a Sitka que o pequeno urso precisa dele, e pede-lhe que o volte a transformar. Kenai torna-se assim, o primeiro urso, com a marca da sua pata, na parede dos grandes heróis da tribo.

Também no escutismo, todos somos irmãos uns dos outros e, apesar de nem sempre fazermos as coisas certas, devemos sempre tentar ser como o Kenai e tentar ser igual ao nosso semelhante, para o podermos ajudar no seu percurso.

É este o objectivo deste imaginário e deste ano. Sermos, como diz a música do filme, “uma família, todos por um. Adoramos dar, gostamos de brincar: Vem daí!”